Cultura Paparazzi



Podemos dizer que nos nossos tempos existe uma ditadura do sucesso, um nivelamento do mercado que estabelece duramente quais serão os artistas que “estourarão” nas paradas de sucesso e os que ficarão pra sempre no anonimato artístico.

Infelizmente nem sempre as produções que a “mídia” e o mercado apresentam como sendo boas, merecem receber esse adjetivo. O famoso “jabá”, espécie de “propina” paga pelas produtoras de determinados artistas aos donos de rádio e TV para nos encher os ouvidos diuturnamente com suas músicas é uma dura realidade.

Essa obsessão por se tornar “famoso” não surgiu hoje, tem raízes no “bum” do cinema americano dos anos 70 e 80. Entretanto, nesse período áureo da produção hollywoodiana a fama implicava diretamente talento artístico; a fama dos nossos tempos se baseia na lei do mais forte, do mais esperto e do mais amparado pelas grandes empresas.

O importante, porém, nisso tudo é perceber como se leva uma vida de celebridade; o elemento que determina se alguém é um star ou não é a quantidade de flashes que o acompanha no dia-dia, os paparazzi são espécies de “monstros” que se alimentam de fotografias polêmicas e perigosas, é esse o combustível que os mantém vivendo, porém, tudo isso não leva em conta o espaço privado da celebridade. Então, chegamos a uma conclusão: o super star é aquele que não vive mais para si, seus atos são um painel exposto para todos.

Como diz a música da nova estrela pop Lady Gaga os paparazzi não tem limites, sua vida é como a de um apaixonado louco que segue o seu ídolo do coração para onde for, sem se importar com os obstáculos. O que resta é perguntar: vale a pena perder para sempre sua vida em nome de muita grana e sucesso?

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1 Response to "Cultura Paparazzi"

  1. will says:
    5 de agosto de 2010 às 14:46

    amei Victos a postagem do PAPARAZZI... é um visível amor pelo ídolo !

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